Inscreva-se

Artistas participantes

Casa do Alaká

Panos da Costa

Obra de Casa do Alaká do Ilê Axé Opô Afonjá
Casa do Alaká do Ilê Axé Opô Afonjá · obra de referência
Participação
Coletivo, casa ou acervo
Na feira
Peças da cenografia. Não disponíveis para venda.
Ateliê aberto
Não se aplica

Sobre

A Casa do Alaká é um centro cultural e uma oficina de tecelagem especializada na produção de panos sagrados do candomblé. Está localizada dentro do terreiro Ilê Axé Opó Afonjá em Salvador, Bahia. Sua história começou em 1986, quando Mãe Stella de Oxóssi, então Ialorixá, articulou uma oficina de tecelagem para os filhos do terreiro, ministrada por Mestre Abdias do Nascimento Nobre. Em 2002, novas oficinas foram realizadas para os jovens, e a Casa do Alaká foi criada com a missão de preservar e perpetuar o modo de fazer do pano da costa, também conhecido como alaká. As tecelãs tecem manualmente três tipos de peças em tear de pedal, de estilo africano: o filá, espécie de chapéu masculino; o ojá ou torço, usado enrolado na cabeça; e o alaká. O pano da costa, pano de cuia ou alaká é um tecido retangular de origem africana que compõe o traje da baiana e a indumentária ritual feminina no candomblé. É utilizado na cintura, no peito ou envolvendo o torso e os ombros. No candomblé, o alaká de tear somente pode ser utilizado pelas ebomis, iniciadas que já cumpriram sete anos de obrigação, indicando uma posição de hierarquia. Suas cores e padrões estão diretamente ligados aos orixás a que se destinam, de acordo com os ritos do candomblé Ketu, nação do Ilê Axé Opó Afonjá. Por sua história, importância cultural e social, o alaká é um símbolo de memória, identidade e resistência para diferentes povos afro-brasileiros.

O pano da costa, pano de cuia ou alaká é um tecido retangular de origem africana que compõe o traje da baiana e a indumentária ritual feminina no candomblé. É utilizado na cintura, no peito ou envolvendo o torso e os ombros. No candomblé, o alaká de tear somente pode ser utilizado pelas ebomis, iniciadas que já cumpriram sete anos de obrigação, indicando uma posição de hierarquia. Suas cores e padrões estão diretamente ligados aos orixás a que se destinam, de acordo com os ritos do candomblé Ketu, nação do Ilê Axé Opó Afonjá. Por sua história, importância cultural e social, o alaká é um símbolo de memória, identidade e resistência para diferentes povos afro-brasileiros.

As tecelãs

Retrato de Iraildes
Iraildes
Retrato de Norma Alves
Norma Alves

Receba as novidades da feira

Programação, artistas e abertura das inscrições chegam primeiro por aqui.