O edifício
Palacete
Tirachapéu
O Palacete Tirachapéu é um ecossistema de cultura, arte, gastronomia, hospitalidade, negócios e experiências, que participa ativamente da transformação do Centro Histórico de Salvador e contribui para a revitalização e a integração urbana da região, fortalecendo as conexões entre a Cidade Alta e a Cidade Baixa e dialogando com o movimento de renovação dos estabelecimentos da Rua Chile e de outros territórios históricos, como o Pelourinho e o Santo Antônio Além do Carmo.
Um patrimônio
que atravessa
gerações
Referência da arquitetura eclética do início do século XX, reúne mais de um século de história e uma nova dinâmica cultural, social e econômica. Desde sua reabertura, em setembro de 2024, vem encantando soteropolitanos, baianos e visitantes de diferentes regiões do Brasil e do mundo, que encontram em seus ambientes históricos uma diversidade de experiências, encontros e oportunidades.
Com uma vocação que se projeta de Salvador para a Bahia, da Bahia para o Brasil e do Brasil para o mundo, reafirma sua presença como patrimônio vivo, destino de experiências e protagonista de um movimento que conecta memória, contemporaneidade e futuro.
Inaugurado em 1917 como sede da Associação dos Empregados no Comércio da Bahia, integra a memória arquitetônica, social e econômica de Salvador. Projetado pelo arquiteto italiano Rossi Baptista, o edifício preserva elementos de grande valor artístico e patrimonial, entre vitrais, pisos ornamentais, fachadas, esquadrias e salões históricos.
Após um cuidadoso processo de restauração e requalificação, desenvolvido ao longo de quase sete anos, o projeto conciliou preservação arquitetônica, infraestrutura contemporânea e novas possibilidades de uso, transformando o patrimônio em um complexo multifuncional conectado à vida cultural, social e econômica da cidade.
Essa transformação também expressa seu valor imaterial, presente nas memórias, nas relações e nas experiências construídas ao longo de gerações. Um patrimônio que preserva sua identidade e amplia continuamente sua contribuição para Salvador.
Um destino
de experiências
O Palacete reúne operações e projetos que convidam o público a viver o Centro Histórico de diferentes maneiras, em uma programação que integra gastronomia, cultura, arte, comércio, entretenimento e hospitalidade.
Na gastronomia, o Casaria Salvador, o Preta Tirachapéu, comandado pela chef Preta, e o Pala7, rooftop com cardápio desenvolvido pelo chef Claude Troisgros, oferecem experiências que transitam entre a identidade baiana, a cozinha contemporânea e a vista privilegiada para a Baía de Todos-os-Santos.
O complexo também incorpora marcas, galerias, espaços de convivência e operações comerciais que valorizam produtos de origem brasileira, produção autoral, arte, design e experiências de consumo.
Seus ambientes históricos recebem encontros corporativos, eventos sociais, exposições, apresentações musicais, lançamentos, experiências culturais e ativações de marcas. Essa diversidade amplia as possibilidades de relacionamento entre empresas, instituições, criadores e diferentes públicos, consolidando-se como endereço para a realização de projetos e experiências personalizadas.
Arte, cidade
e novas conexões
A arte ocupa um lugar de destaque em sua vocação contemporânea. Sua arquitetura, seus salões e ambientes de convivência oferecem uma atmosfera singular para exposições, encontros e iniciativas que aproximam patrimônio cultural, produção artística, mercado e público.
A realização do Palacete Arte | TRAMA também reafirma o protagonismo do empreendimento no movimento de valorização da Rua Chile e do Centro Histórico de Salvador, aproximando pessoas, negócios e iniciativas que compartilham o compromisso com a vitalidade cultural da cidade.
Com sua história centenária e uma programação contemporânea em permanente evolução, segue ampliando seu legado e sua presença na vida de Salvador. Um patrimônio vivo, que reúne memória, identidade e novas possibilidades de encontro, criação e pertencimento.
Por que a feira
acontece aqui
Há uma rima entre o edifício e a feira, e ela não é decorativa.
O Palacete foi construído por trabalhadores do comércio que decidiram que o suntuoso também era para eles. A feira se propõe a desfazer a barreira invisível que separa quem visita uma exposição de quem compra uma obra. Nos dois casos, a questão é a mesma: quem tem direito de entrar.
O casarão também não se comporta como um pavilhão de feira. Impõe circulação, escala e luz próprias — salas em enfiada, pé-direito alto, luz que entra pelos vitrais e muda ao longo do dia. Isso obriga a visita a ter ritmo, e o ritmo é justamente o que o projeto quer: permanência, conversa, retorno no dia seguinte.
E há o gesto urbano. Ativar o Palacete significa levar público ao Centro Histórico e somar a um movimento de recuperação que já está em curso na região. O edifício é parceiro estratégico da feira: mais do que sede, é parte da experiência.