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Histórias · Mediação

Quem media

A mediação é peça-chave do projeto. O olhar sobre a obra não deve vir de um lugar só: além das artes, a mediação da feira dialoga com filosofia, sociologia, antropologia, história e educação.

O critério de seleção é incomum: o mediador ideal não é o especialista que explica, mas a presença intelectual que cria condições para a experiência. O ponto fundamental é saber habitar o não-saber — fazer uma pergunta e genuinamente não ter a resposta, estando bem com isso.

As referências de perfil incluem estética filosófica, arte-educação e cultura afro-brasileira em sua relação com arte, objeto e presença. A ideia de que um objeto carrega axé, de que tocar é uma forma de relação sagrada, é filosofia e é estética — e ressoa profundamente com a cultura da Bahia.

Na prática, isso vira visita mediada para grupos de até 20 pessoas, 45 minutos, conduzidas continuamente, e também disponíveis para agendamento por escolas, empresas e instituições.

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