Programação
Quatro dias
A feira acontece de 12 a 15 de novembro de 2026, no Palacete Tirachapéu. A abertura é na quinta-feira, das 17h às 22h; de sexta a domingo, a feira funciona das 10h às 22h. A visitação é gratuita. As atividades formativas têm vagas limitadas, com inscrição pelo Sympla.
Abertura
Abertura da feira, com performance de Marcondes Dourado.
Visitas livres e Performance
Espaço aberto, mediador disponível, sem percurso obrigatório.
Visitas livres, Ateliers Abertos e Performances
Espaço aberto, mediador disponível, sem percurso obrigatório.
Visitas mediadas
Percursos em grupo conduzidos por mediadores. Também disponíveis para agendamento por escolas, empresas e instituições.
Arte & Prosa, com Alex Simões
Leitura de poemas do livro “Assim na Terra Como no Selfie”, publicado pela editora Paralelo13S, em 2021.
Diálogo: “Como começar uma coleção”
Apresentação de casos. Mediação de Stella Carrozzo.
Visitas livres, Ateliers Abertos e Performances
Espaço aberto, mediador disponível, sem percurso obrigatório.
Visitas mediadas
Percursos em grupo conduzidos por mediadores. Também disponíveis para agendamento por escolas, empresas e instituições.
Diálogo 1: “Quem sustenta o sistema de arte?”
Artistas, galerias, instituições, colecionadores, Estado, mercado, crítica, curadoria, público: como essas relações se articulam? Mediação de Alejandra Muñoz (Ufba).
Arte & Prosa, com Evanilton Gonçalves
Leitura do primeiro capítulo de “Ladeira da Preguiça”, editora Todavia, e/ou leitura de trecho do livro “O Coração em outra América”, editora Paralelo13S.
Diálogo 2: “Como construir trajetórias sustentáveis para os artistas?”
Profissionalização, representação, circulação, formação de público e construção de mercado: quem constrói uma carreira artística, e como? Mediação de Felix Toro (Instituto Sacatar).
Visitas livres, Ateliers Abertos e Performances
Espaço aberto, mediador disponível, sem percurso obrigatório.
Visitas mediadas
Percursos em grupo conduzidos por mediadores. Também disponíveis para agendamento por escolas, empresas e instituições.
Arte & Prosa, com Dimitri Ganzelevitch
Apresentação dos livros “Carros de Cafezinho”, “Barracas de Festas de Largo” e “Carnaval de Maragogipe”.
Grade confirmada até aqui. As performances, os horários das visitas mediadas e os ateliers de cada artista serão publicados quando a curadoria fechar a grade.
Como circular pela feira
Visitas livres
Durante a feira, o Palacete Tirachapéu fica aberto ao público para visitas livres. Percorra a exposição e os ateliers abertos no seu tempo, sem roteiro nem agendamento. Mediadores estão disponíveis nos espaços para conversar sobre as obras, os artistas e os processos de criação, sempre que você quiser.
Visitas mediadas
Nas visitas mediadas, um mediador conduz o grupo pela exposição e pelos ateliers abertos do Palacete Tirachapéu, apresentando as obras, os artistas e os processos de criação. Mais do que uma explicação, é um convite à conversa: um tempo para olhar com calma, fazer perguntas e construir repertório, seja você visitante de primeira viagem ou já colecionador.
Ateliers abertos
Os Ateliês Abertos acontecem em TRAMA buscando aproximar públicos, obras e artistas. Durante a feira, alguns dos expositores estarão presentes apresentando obras em processo, não finalizadas, materiais, equipamentos e ferramentas utilizados na produção de seus trabalhos.
A ideia é permitir que esse espaço gere encontros: a curiosidade pode e deve instigar a aproximação das pessoas, e através de conversas e intercâmbios, os públicos poderão entender que certas crenças sobre a realidade do fazer e do pensamento artísticos não correspondem, muitas vezes, à realidade.
Como se constroem imagens? O cotidiano afeta o artista? Quais os relatos, conceitos e problemas trabalhados pelos artistas em suas práticas? De que forma os materiais utilizados na produção de uma obra influem nos seus muitos sentidos?
Esperamos que o diálogo possibilite desmistificar o trabalho artístico, para que se ampliem e intensifiquem as relações entre os espectadores e a arte.
Performances
A performance é uma das linguagens centrais da arte contemporânea. Nela, o corpo do artista é o meio e o tema da obra, e o trabalho acontece ao vivo, diante do público, cruzando elementos das artes visuais, das artes cênicas e da música. Por ser efêmera, cada apresentação é única: existe no momento em que acontece e na relação que estabelece com quem a presencia.
Na feira, as performances ocupam os espaços internos e o pátio do Tirachapéu ao longo da programação, lado a lado com as obras expostas e os Ateliers Abertos. Sua presença lembra ao visitante que a arte contemporânea não se resume ao objeto que se leva para casa: ela também é ação, presença e experiência compartilhada.
Para o público, é um convite a experimentar a arte de outro modo, ampliando o repertório e a compreensão do que os artistas baianos produzem hoje. Para a feira, é a afirmação de que a feira é, antes de tudo, um lugar de encontro entre pessoas e arte.