




no Sympla
Palacete Arte | TRAMA — Feira de Arte Contemporânea da Bahia. Arte contemporânea
no Palacete Tirachapéu
Exposição · Ateliers abertos · Rodas de conversa
12 → 15 de novembro Palacete Tirachapéu, Salvador
Quinta 17h → 22h · Sexta a domingo 10h → 22h Entrada gratuita
Suelen Novais, A travessia da jurema-preta, 2026
Programação 2026

17h · Abertura
Durante a feira, o Palacete Tirachapéu fica aberto ao público para visitas livres. Percorra a exposição e os ateliers abertos no seu tempo, sem roteiro nem agendamento. Mediadores estão disponíveis nos espaços para conversar sobre as obras, os artistas e os processos de criação, sempre que você quiser.

Visitas mediadas
Percursos em grupo conduzidos por mediadores, que apresentam as obras, os artistas e os processos de criação e abrem espaço para perguntas e conversa.

Ateliers Abertos
Nos Ateliers Abertos, os artistas recebem o público para mostrar como suas obras nascem

Performances
Ações ao vivo em que o corpo do artista é a própria obra. Efêmeras e únicas, as performances ocupam os espaços do Palacete e convidam o público a viver a arte contemporânea como experiência.
Conversas

Conversas com artistas
O artista fala do próprio processo, da sua história e das suas referências, diante das obras e do público. Não é palestra: é conversa, com espaço para pergunta.

Diálogos interdisciplinares
Encontros em que as artes visuais conversam com outras linguagens, como a música e a literatura. Ao cruzar som, palavra e imagem, ampliamos as formas de se aproximar da arte contemporânea.

Arte e sociedade
A produção contemporânea baiana tensiona questões de território, memória e identidade, e os modos como a arte circula. Mais do que um tema da programação, esse debate atravessa toda a feira: está nas obras, nos encontros e nas conversas que elas provocam.

O sistema das artes
Trocas sobre como a arte circula, gera valor e se sustenta. Artistas, curadores, galeristas e gestores debatem quem mantém esse sistema e como construir trajetórias sustentáveis para quem produz arte na Bahia.
Como se torna colecionador

OLHAR
Descubra o que te move Comece olhando. Visite exposições, feiras, ateliês, galerias. Converse com artistas. Conheça diferentes linguagens, materiais e modos de fazer. Não é preciso entender tudo sobre arte contemporânea para começar. O seu repertório vai se formando justamente no contato com as obras. Pergunte a si mesmo: O que me chama atenção? O que me inquieta? O que permanece comigo depois que saio da exposição? Colecionar começa quando você percebe que quer levar alguma dessas experiências para casa.

ESCOLHER
ncontre uma obra que faça sentido para você Não existe uma fórmula para escolher uma obra. Você pode se interessar pela pesquisa de um artista, por uma imagem, por uma técnica, por uma história ou simplesmente por aquilo que uma obra desperta em você. Conheça o artista. Pergunte sobre seu trabalho, sua trajetória e sua pesquisa. Descubra o que existe por trás daquela obra. E estabeleça seu próprio ponto de partida. Não é preciso começar grande. É preciso começar com sentido. Uma primeira obra pode custar pouco ou muito. O importante é que ela inaugure uma relação.

CONSTRUIR
De uma obra, nasce uma coleção Com o tempo, suas escolhas começam a conversar entre si. Você descobre novos artistas, amplia seu repertório, percebe afinidades, muda de ideia, refaz caminhos. Uma coleção não precisa seguir uma regra. Pode nascer de um território, de uma geração, de uma linguagem, de uma questão que atravessa seu tempo — ou simplesmente das obras que você escolheu ao longo da vida. E há algo especialmente bonito nesse processo: ao colecionar, você não apenas adquire arte. Você participa da construção das trajetórias dos artistas e da vida artística de uma cidade.
Comercializar
é apenas
um aspecto
do sistema
A feira acredita que colecionar pode ser uma experiência acessível, diversa e possível para mais pessoas. Mais colecionadores significam mais circulação para os artistas, mais encontros entre arte e público e um ecossistema artístico mais vivo.
Aqui, ninguém precisa chegar colecionador. A compra de uma obra é consequência de uma relação construída com tempo, escuta e repertório, e é essa relação que a feira cultiva, com mediação, ateliers abertos e obras em faixas de preço acessíveis.
A Bahia já conta com galerias que cumprem a função de comercializar, fomentar a produção e promover carreiras. A feira não concorre com elas: forma o público que as alimenta. Por isso foi pensada com uma configuração híbrida, um espaço de exibição que abriga, ao mesmo tempo, diálogos, trocas de conhecimento e o pensamento sobre o campo e seus agentes. As artes são atravessadas pela lógica de mercado, mas não podem, nem devem, se esgotar nela. Comece pelo olhar. Escolha pelo que te move. E deixe sua coleção crescer com você.
Inscreva-se
A visitação é gratuita e não exige inscrição. As atividades formativas — visitas mediadas e rodas de conversa — têm vagas limitadas e inscrição pelo Sympla.
Informações e inscriçãoRealização
TRAMA
Idealização e direção geral
Livraria parceira